COMO ECONOMIZAR O COMBUSTÍVEL DO SEU CARRO - Clique para abrir

- Mantenha a manutenção em dia.
- Aqueça o motor com o veículo em movimento.
- Troque as marchas na rotação indicada, respeitando o conta-giros.
- Motor desregulado pode consumir até 60% mais combustível do que o normal.
- Desligue o carro se for ficar parado por minutos.
- Além dos problemas de segurança, rodar em alta velocidade aumenta o consumo.
- Esqueça aquele velho hábito de acelerar o carro antes de desligá-lo.

DATA DE VALIDADE DE PNEUS - Clique para abrir

Ele caduca em quatro anos após a data de fabricação, a qual está estampada no lado do pneu. A data está impressa em quatro dígitos, indicando semana e ano de fabricação. Na foto, mais adiante, significa que foi fabricado na sétima semana de 2007, portanto fevereiro de 2007 com validade até fevereiro de 2011. Pneus caducados podem causar acidentes. Inspecione sempre a data de validade dos mesmos.
Este numero indica que o pneu foi fabricado na 7ª Semana de 2007 o que é o mesmo que Fevereiro de 2007, isto significa que tem data de validade até Fevereiro de 2011.

Se utilizarmos pneus caducados, é possível que estourem e o resultado pode ocasionar acidente grave. É um bom hábito inspeccionar os pneus para verificar a sua data de de validade.

DICAS PARA AUMENTAR A VIDA ÚTIL DOS PNEUS DO SEU CARRO - Clique para abrir

- Não ultrapasse a capacidade de carga do veículo;
- Não arranque o carro e nem freie bruscamente;
- Revise o veículo periodicamente;
- Calibre os pneus toda semana.

FREIOS - Clique para abrir

Fundamental para a segurança, o sistema de frenagem requer atenção redobrada e periódica no desgaste dos componentes, substituindo-os antes que percam a eficiência.

O material de atrito, comumente chamado de pastilha de freios, responsável pela redução da velocidade do veículo no momento da frenagem é um dos itens sujeitos a maior desgaste, exige acompanhamento constante e tem sua substituição programada, seja por quilometragem rodada ou por espessura mínima do material.
Alguns veículos mais modernos já possuem sistemas de aviso, seja ele sonoro, luminoso - luz-espia no painel -, ou alerta monitadorado pelo computador de bordo.
É recomendável realizar uma inspeção periódica nas pastilhas a cada 5.000 km, verificando o desgaste da pastilha e espessura do disco. Este sistema é um dos principais testes previstos no Programa de Inspeção de Segurança Veicular, e será realizado através de frenômetros de rolo, onde além da verificação da eficiência de frenagem, é avaliado a equalização do esforço aplicado em cada roda.

Passo-a-passo - Antes de iniciar a substituição das pastilhas é fundamental observar as recomendações do fabricante constantes no manual do proprietário, seguindo as especificações do componente e aplicando peças de procedência idônea e reconhecidamente de boa qualidade.

1) Remoção e Inspeção
• Com o veículo ainda no solo, solte parcialmente os parafusos de fixação das rodas;
• Eleve o veículo em um elevador e complete a retirada das rodas;
• Desmonte os pinos/travas das pinças de freios e remova as pastilhas (a espessura mínima admissível é de 2,0 mm - utilize um paquímetro para efetuar esta medição);
• Abra o sangrador da pinça de freio e, com auxílio de uma mangueira e um recipiente, recolha o fluido usado;
• Reinstale o pistão da pinça de freio em seu lugar de origem (pode haver até dois pistões por pinça);
• Faça a medição e confira a espessura mínima do disco (este valor está marcado no próprio disco);
• Caso não seja feita a substituição dos discos por componentes novos, proceda a retífica dos discos, para que não haja irregularidades entre as superfícies de contato entre os discos e as pastilhas;
• Verifique o estado geral e desgaste dos pinos e coifas da pinça de freio e sua correta lubrificação.

2) Substituição
• Coloque o disco retificado ou novo e fixe a pinça de freio;
• Instale as pastilhas de freio novas e monte os pinos/travas do sistema com graxa adequada (alguns sistemas possuem placas silenciadoras montadas na parte traseira das pastilhas);
• Proceda a sangria de freio e aproximação das pastilhas aos discos, acionando repetidamente o pedal de freio (bombeando o pedal controladamente);
• Verifique o nível do fluido de freio no respectivo reservatório.
• Reinstale as rodas, aperte parcialmente os parafusos (ou porcas) de fixação, abaixe o veículo no solo e dê o torque nos parafusos (ou porcas) das rodas.

Cuidados e observações
Oriente o cliente para que aplique o freio de forma suave e gradativa após a troca das pastilhas, para que haja o perfeito assentamento. Isto ocorre após alguns quilômetros rodados (em geral, após os primeiros 500 km).
Caso esta substituição seja executada em uma manutenção preventiva ou corretiva às vésperas de viagens, oriente o proprietário do veículo para que mantenha distâncias seguras dos veículos da frente, evitando frenagens bruscas com os freios em fase de assentamento.
É recomendável realizar reduções de velocidade no veículo, caindo de 80 km/h para 60 km/h, para 40 km/h e até a parada total com acionamento suave e gradativo dos freios, repetindo esta manobra por cinco ou seis vezes, como forma de executar um assentamento controlado das pastilhas.
Se observar que existe trepidação no pedal ao acionar os freios, verifique os discos - isso pode ocorrer se não houve um bom serviço de retífica nos discos usados, pela diferença entre a superfície de contato entre ambos.
Nunca misture fluidos de freios de especificações diferentes (DOT 3 e DOT 4), pois pode haver reação química entre eles.

QUANDO TROCAR OS AMORTECEDORES? - Clique para abrir

A vida útil do amortecedor depende de como e onde foi usado. É importante que você peça para checar os amortecedores sempre que seu carro for pra revisão, pois eles se desgastam gradualmente, muitas vezes sem que você perceba.

Além de cuidar da sua segurança e de seus passageiros, evite gastos desnecessários... Verificando os amortecedores do seu carro, você evita gastos com rolamentos, caixa de direção, entre outros.

SEMPRE VERIFIQUE O NÍVEL DA ÁGUA - Clique para abrir

Como o motor é muito demandado em uma longa viagem, deve-se para sua segurança, conferir o radiador, para checar se o nível da água está de acordo com as recomendações do fabricante. Aquecimento de motor é uma das ocorrências de grande probabilidade em viagens.

Não importa se  a tampa vai ser aberta rápido ou vagarosamente. A dica é, não abrir a tampa do reservatório com o motor quente, é preciso aguardar que o motor esfrie por alguns minutos e então abrir o reservatório para conferir e reabastecer se necessário.

O liquido do reservatório sempre irá jorrar ao abrir sua tampa com o motor quente, e não importa se o veículo é antigo ou moderno. Os motores modernos tem sua temperatura de trabalho em torno dos 100 graus, graças a utilização de aditivos modernos, enquanto os mais antigos trabalhavam com uma temperatura em torno dos 90 graus.
É preferível que o proprietário sempre tenha o telefone de um reparador de confiança, para pedir conselhos no momento de uma pane tão séria, como o super aquecimento do motor.

Um dos defeitos mais comuns que causam o super aquecimento, é a perda de liquido decorrente de pequenos vazamentos no sistema, onde bastará aguardar o motor esfriar, e então completar o sistema de arrefecimento com água, para que se possa chegar até uma oficina.
Existem defeitos muito mais complexos, e somente um profissional experiente poderá opinar em um momento de emergência.

Vamos falar sobre alguns dos defeitos mais comuns:
Entupimento de mangueiras, conexões, radiadores e outros.
Travamento da válvula termostática.
Panes elétricas no sistema de acionamento do eletro ventilador.
Vazamentos em radiadores furados, selos de motor, bomba d água, conexões, abraçadeiras mau apertadas, reservatórios trincados, sistemas de aquecimento interno do habitáculo, tampa do reservatório entre outros.

A tampa do reservatório é um dos grandes problemas, pois possui em sua construção, uma válvula estequiométrica que suporta uma certa pressão, e quando essa pressão supera o limite estabelecido pelo fabricante, o liquido é liberado para que se evite danos ao radiador, mangueiras entre outros devido ao excesso de pressão. A má notícia é que existem muitas tampas de baixa qualidade ,que liberam o liquido do sistema abaixo da pressão normal de trabalho. Um engano muito comum é substituir a tampa ,e não testar a nova. Como já comentamos, existem inúmeras tampas de baixa qualidade no mercado, muitas marcas tradicionais já apresentaram defeitos em nossos testes, e com certeza testamos todas as tampas antes da instalação.

Testes
Sempre exija que sejam feitos testes de vazamento no sistema de arrefecimento do motor e na tampa.

Atenção: O que é conhecido por lama no liquido de arrefecimento, na verdade, é o resultado da corrosão resultante do contato dá água sem aditivo com as partes metálicas do motor, e a única forma de inibir essa corrosão é a utilização do ADITIVO de radiador, recomendado pelo fabricante e na proporção correta. O aditivo impede a ação natural da água sobre o metal, previne o ressecamento de partes plásticas, aumenta o ponto de ebulição do liquido, aumenta sua resistência ao congelamento, e ainda diminui a condutividade elétrica do liquido de arrefecimento, que pode atrapalhar o funcionamento do sensor de temperatura.

Solicite a análise de possíveis obstruções no sistema, principalmente se o liquido estiver amarelado com sinais de oxidação, pois a sedimentação deste material causa obstruções no radiador, curvas baixas de mangueiras finas, conexões de baixo diâmetro, entre outros.

TROCA DE ÓLEO - Clique para abrir

Você chega ao posto para abastecer, e o frentista faz a indefectível pergunta: “Quer dar uma olhadinha no óleo, doutor?”. Pois saiba que qualquer pessoa que entende o mínimo de lubrificação tem arrepios em pensar que os dedos do profissional que trabalha em um posto faz as vezes de viscosímetro.

Da mesma forma, não faltam histórias de pessoas que chegam a rodar 80 mil quilômetros sem nem lembrar que existe óleo a ser trocado. Ao serem indagadas, respondem com uma outra pergunta: “Óleo? Precisa trocar o óleo?” Ou de místicos, que acham que haverá melhor rendimento se a troca for em noite de Lua cheia.

> Quantos tipos de óleo de motor existem? Como são eles?
Os óleos são caracterizados por suas especificações. Para melhor defini-los, precisamos observar três aspectos:

1) Especificação de desempenho - a mais tradicional é a API (Instituto Americano de Petróleo), mas existem especificações européias, como Acea e as respectivas de cada montadora. Para API a especificação mais moderna é a SM, que está sendo introduzida no Brasil, principalmente para produtos de alta performance, uma vez que requer óleos básicos especiais.

2) Especificação de viscosidade - regulada pela SAE (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade), há basicamente dois grupos, o de monoviscosos (como 30, 40 e 50) e multiviscosos (como 20w50, 10w40, 5w40); os multiviscosos têm maior capacidade de resistir à variação térmica dos motores, apresentando menor redução de valor quando do aumento da temperatura.

3) Base do óleo - pode ser mineral, sintética ou semi-sintética. As marcas tradicionais no mercado (Petrobras, Shell, Texaco, Mobil, Castrol, Ipiranga e Repsol) costumam ter produtos que atendem a essas especificações.

> Como decido que tipo de óleo usar?
A definição do lubrificante envolve uma série de quesitos, mas a forma de simplificá-la é seguir a recomendação do manual do proprietário, que traz a recomendação do fabricante que é quem melhor conhece seu veículo e pode definir, por meio de testes, as condições operacionais e a especificação mais adequada do lubrificante.

Seguindo essa recomendação, trabalhando com marcas tradicionais e confiáveis e consultando seu mecânico de confiança, você chegará a uma escolha adequada. Tendo dúvida, o cliente ainda pode consultar o serviço de atendimento ao cliente. Também no rótulo das embalagens em geral se encontra um número de atendimento, quase sempre um 0800 que pode ser acionado pelo cliente.

> Quando devo completar o nível de óleo?
Com o uso do carro, o nível do óleo baixa um pouco devido às folgas do motor e à queima parcial na câmara de combustão. Assim, enquanto não chega a hora de trocar o óleo, devemos ir completando o nível.

> Qual o nível correto do óleo no carro?
Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, o nível correto se encontra entre os dois traços e não só no traço superior. Se o óleo fica abaixo do mínimo da vareta, o motor pode ser prejudicado por falta de lubrificação. No entanto, se o óleo fica acima do máximo da vareta, haverá aumento de pressão no cárter, podendo ocorrer vazamento e até ruptura de bielas, além do óleo em excesso ser queimado na câmara de combustão sujando as velas e as válvulas, danificando também o catalisador no sistema de descarga do veículo.

> Quando devo trocar o óleo do carro?
Quando atingir o período de troca recomendado pelo fabricante do veículo e que consta do manual do proprietário. Os atuais fabricantes dos motores vêm recomendando períodos de troca cada vez maiores, dependendo do tipo de serviço e da manutenção do carro.

> É verdade que o motor deve estar quente na hora de troca de óleo?
Sim, porque quando o óleo está quente, ele fica mais fino e tem mais facilidade de escorrer, além do que as partículas de impurezas ainda estão em suspensão.

> Quanto tempo devo esperar para medir o nível de óleo?
É importante que se espere pelo menos 15 minutos após o motor ter sido desligado para medir o nível. Isso ocorre porque, neste tempo, o óleo vem descendo das partes mais altas do motor para o cárter e assim podemos ter a medida real do volume.

> Posso aumentar o período de troca quando uso óleos sintéticos?
Embora os lubrificantes sintéticos ofereçam qualidade superior, a maioria dos fabricantes de veículos ainda não diferencia os períodos de troca entre sintéticos e minerais. Recomendamos então seguir a indicação do manual do proprietário.

> Qual a diferença entre “serviço severo” e “serviço leve”, que são termos usados pelos fabricantes de veículos quando falam em intervalos de troca?
Serviço severo é típico para os carros que andam nos centros urbanos, com o anda-e-pára do tráfego e por pequenas distâncias, de até seis quilômetros, ou em estradas em que haja muita poeira. Serviço leve é aquele em que os carros trafegam por percursos longos e velocidades quase constantes em rodovias com boa pavimentação, como no caso de viagens.

> O filtro de óleo também deve ser trocado? Quando?
Sim. O óleo, com seus aditivos detergentes e dispersantes, carrega as sujeiras que iriam se depositar no motor. Ao passar pelo filtro, as impurezas maiores ficam retidas, e as menores continuam em suspensão no óleo. Chega um momento em que o filtro, carregado de sujeira, dificulta a passagem do óleo, podendo causar falhas na lubrificação. A situação se agrava quando ocorre o bloqueio total do filtro de óleo, o que pode causar sérios danos ao motor.

O período de troca do filtro de óleo também é recomendado pelo fabricante do veículo e consta do manual do proprietário. Normalmente ela é feita a cada duas trocas de óleo. Porém já existem fabricantes que recomendam a troca do filtro a cada troca do óleo, para que não haja mistura do óleo novo com o residual que se encontra no filtro.

> Devo adicionar algum aditivo ao óleo para melhorar o desempenho?
Não há necessidade de adicionar aditivos complementares ao óleo. Os lubrificantes recomendados já trazem todos os aditivos necessários para atender perfeitamente ao nível de qualidade exigido.

> Quais são os efeitos de usar cada óleo em cada tipo de motor? Se eu comprar um óleo para alta performance e colocá-lo em meu carro 1.0, estarei correndo algum risco?
Quando o óleo atende ou supera a especificação requerida pelo fabricante, os efeitos são só positivos, pois o lubrificante vai exercer sua função de forma adequada, garantindo que o motor estará sempre bem lubrificado. O grande problema é utilizar lubrificantes com especificações inferiores ao exigido pelo fabricante, pois essa prática poderá fazer com que o motor funcione sem atender ao mérito de limpeza adequadamente, causando desgastes prematuros, redução da vida útil do lubrificante, entre outros problemas.

> Há casos em que posso desperdiçar dinheiro? Ou seja, comprar um óleo mais caro sem precisar?
O que precisamos avaliar aqui é o custo do lubrificante quando comparado ao custo total de manutenção e o próprio valor de veículo, principalmente quando analisamos a taxa de freqüência de troca que gira em torno de uma a duas trocas por ano. Correto seria utilizar lubrificantes que atendam a especificação do veículo. Utilizar lubrificantes superiores, ainda que possa ser mais caro, vai garantir que seu motor esteja bem protegido.

Caso o consumidor se sinta confortável em utilizar especificações superiores, não estará desperdiçando dinheiro, pois seu carro apresentará uma melhor lubrificação, o que pode aumentar sua vida útil e reduzir os custos de manutenção. Um ponto importante a observar é que os óleos sintéticos têm viscosidades mais baixas, o que em carros muito antigos pode implicar em um maior nível de consumo de óleo, que precisa ser acompanhado. O litro de óleo mineral custa a partir de R$ 6, e o de sintético chega a R$ 60.

> Qual é a relação entre usar combustível de um posto não muito confiável e a questão da lubrificação?
Combustíveis adulterados são danosos ao motor e implicam queima inadequada e excesso de sujeira no motor. Lubrificantes de maior performance, como semi-sintéticos e sintéticos poderiam resistir um pouco mais que os minerais, mas não seriam suficientes para evitar a borra em motores que rodam com combustíveis fora das suas especificações, principalmente aqueles adulterados com solventes.

> É verdade que o óleo de motor deve ser claro, e o de engrenagem, escuro?
Não. Os óleos lubrificantes são formulados misturando-se básicos e aditivos e a sua cor final dependerá da cor do básico e do aditivo que forem empregados na sua formulação. Além disso, a cor não tem nenhuma influência no desempenho do óleo.

> O óleo mais escuro é também mais grosso?
Eis outro conceito errado. O óleo mais claro pode ser mais viscoso (grosso) do que um óleo escuro e vice-versa.

> Por que o óleo de motor fica escuro com o uso?
Para realizar a função de manter o motor limpo, o óleo deve manter as impurezas que não ficam retidas no filtro de óleo em suspensão, para que elas não se depositem no motor. Desta forma, o óleo se torna mais escuro, e o motor fica limpo.

> Ouço dizer que óleo bom é aquele que não baixa o nível e não precisa de reposição. É verdade?
Não. A boa lubrificação é aquela em que o óleo lubrifica até o anel do pistão mais próximo da câmara de combustão onde esse óleo é parcialmente queimado, sendo consumido. É normal um consumo de meio litro de óleo a cada 1.000 quilômetros, levando-se em conta carros de passeio. Mas cada fabricante de motor especifica um consumo normal para seu motor, de acordo com o projeto. É bom ressaltar que carro novo consome óleo, sim senhor!

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